terça-feira, 18 de setembro de 2018

Make Kali pendrive persistence

1) Download of the Universal USB Installer:
Suggestion: https://www.pendrivelinux.com/universal-usb-installer-easy-as-1-2-3/

2) Download of the Kali Linux 32 Bits: ( I suggest the 32bits version because run on 32 ou 64 bits machines)
Suggestion: https://www.kali.org/downloads/

3) Download of the Mini Tool Partition (for windows):
Suggestion: https://www.minitool.com/partition-manager/partition-wizard-home.html

4) Use the Universal USB Installer for burn the ISO image on pendrive. I suggest 8GB (or bigger) because the KALI S.O. has almost 4GB of size.

5) Utilizing the Mini Tool Partition, look the partitions on pendrive. Watch wich has only one partition. Click with right button on this partition and choice "resize" option. Than, decrease this partition to the minimum possible (by Mini Tool Partition).

6) Click with right button on the (new) free space and create the new partition. This partition must be: type primary,
file system: ext4 
label: persistence (I don't know if this is realy necessary, but.... make it.)
After, click in "apply" for the modifications to be recorded.
Than, boot with this pendrive.


STEPS ON THE KALI LINUX

7) Identify the partition created recently. Normaly, this partition is /dev/sdb2 (but confirm your case). For this, run the command: fdisk -l

8) Create one temporary directory and mount the partition identified. For this, run:
mkdir -p /mnt/cobaia
mount /dev/sdb2 /mnt/cobaia
obs1.: I don't know if the argument "-p" on mkdir is realy necessary, but... make it.

9) Inside in the new partition, create a file named persistence.conf with the "/ union" content. This partition will be responsible for persisting the changes made. To do this, run this command:
echo "/ union" > /mnt/cobaia/persistence.conf

10) Restart the machine and obviously choice the persistence option. If everything has make correctly, the system will be work on persistence mode. For this, run:
shutdown -r now

11) For test the modifications, can make two things:
a) verify if the icon 'persistence' disappeared.
b) mount the partition of persistence data and check if exist the file 'persistence.conf 'as well as the directory 'rw'. This is responsible for keep the chances made on the system. For this, run:
mount /dev/sdb2 /mnt
ls -l /mnt
umount /mnt

12) be happy but with responsability.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Gerenciamento de certificados digitais armazenados no Windows

Procedimento para fácil remoção de certificados vencidos ou não mais utilizados no windows.
Comando: certmgr.exe

quinta-feira, 28 de abril de 2016

JAVA para assinatura de Livro Digital da JUCEMG

Ao tentar ASSINAR um Livro Digital para envio à JUCEMG (Junta Comercial do Estado de Minas Gerais) através do www.jucemg.mg.gov.br, obtive um erro interessante o qual NÃO consta solução nos requisitos para o funcionamento do sistema da JUCEMG.

O ambiente em questão era: Windows 64bits, Firefox 46 (última versão atualmente), Java 8u91 64bits (última versão atualmente). 

O problema: ao acessar a área de assinatura utilizando o Firefox, recebo mensagens alegando que o java não está instalado ou que é preciso habilitar o plugin Java. Porém mesmo verificando no "Configurar Java" (painel de controle), constou que o java estava instalado (na versão 8u91) e também estava habilitado o conteúdo java no browser. 

A solução do problema: Conforme este link oficial da Mozilla, nos Windows 64, se estiver apenas com a versão 64bits instalada, o plugin não estará disponível para conteúdo java browser, pois as atuais versões do Firefox são 32bits., Sendo assim foi necessário instalar o Java 8u91 32 bits sem desinstalar a versão 64bits, pois afinal, eu tenho outras aplicações que usam a versão 64bits que é a correta.

Ao final das contas, tenho instalado agora simultaneamente:
Java 8u91 64bits (outras aplicações utilizam esta versão)
Java 8u91 32bits (Firefox utiliza esta versão)
Java 8u51 64bits (para aplicações SPED)

Agora funcionou e consegui fazer a assinatura do Livro Digital.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Dica para solucionar o já tradicional erro dos sistemas SPED: "Ocorreu erro 2 do Windows ao carregar o Java VM"

Se você está lendo este post, acredito que já seja familiarizado com a tão tradicional mensagem "Ocorreu erro 2 do Windows ao carregar o Java VM".

Encontrei uma solução a qual resolveu meu problema de erro de versão do JAVA. Experimente pois TALVEZ funcione para você.

Procedimentos:
a) instalei o JAVA 8u51 (versão mais antiga)
b) instalei o JAVA última versão (atualmente o 8u91) e atenção: NÃO desinstale a versão anterior. No processo e instalação ele vai perguntar sobre isto.
d) localize o arquivo de instalação do SPED bem como o diretório onde está instalado o java "antigo" (apenas observe as localizações).

c) Instale o SPED da seguinte forma: utilizando o terminal (cmd), vá até o local que está o instalador e execute a seguinte linha (uma única linha de comando):

instalador_pva.exe LAX_VM “caminho_do_java_antigo\java.exe”

No meu caso, o resultado da linha ficou assim:
spedcontribuicoes_w32-2.0.12.exe LAX_VM “C:\Program Files\Java\jre1.8.0_51\bin\java.exe”
Explicação da mágica: e
sta linha está dizendo para o instalador utilizar a versão 8u51 do JAVA. Desta forma, tenho a última versão do JAVA instalada e mantenho esta versão "véia" para o SPED se satisfazer e funcionar do jeito que ele achar melhor.

Experimente. Aqui rodou lindamente.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Requisitos para guiar nossas atitudes

"Precisamos de sabedoria e inteligência, acompanhadas de um amor prudente que guie nossas atitudes cristãs." Diário Bíblico Ave Maria, 11/12/2015

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Como bloquear skype usando apenas iptables

O procedimento funcionou 100% na data de hoje. Obviamente não sabemos como será o comportamento no futuro. A dica é criar um shellscript ou incorporar o código sugerido no seu script já existente.

1°) Criar um lista com IPs do skype. Esta lista eu montei com base em diversos tutoriais na internet, juntando o máximo de IPs possíveis. Obviamente esta lista deverá ser atualizada futuramente, o que torna a solução em questão como não ideal na minha opinião, mas por hora está resolvendo. Aceito sugestões de como resolver de outras formas mais eficientes.

IPs:
64.4.23.0/24
65.55.223.0/24
64.4.23.0/24
157.55.56.0/24
111.221.77.0/24
65.55.223.0/24
207.46.39.0/24
134.179.24.0/24
207.46.47.0/24
111.221.74.0/24
111.221.77.0/24
157.55.130.0/24
157.55.235.0/24
157.55.56.0/24
157.56.52.0/24
194.165.188.0/24
195.46.253.0/24
213.199.179.0/24
63.245.217.0/24
64.4.23.0/24
65.55.223.0/24
13.146.167.0/24
92.41.255.0/24
92.41.254.0/24
91.190.218.0/24
91.190.218.0/23
91.190.216.0/24
91.190.216.0/23
82.101.61.0/24
213.146.189.0/24
213.146.188.0/24
213.146.167.0/24

2°) Fazer um FOR, bloqueando cada um destes IPs. É necessário regra de bloqueio apenas no FORWARD, pois estamos tratando repasses entre máquinas. Nada de INPUT ou OUTPUT:
TEIMA=192.168.100.0/24
SKYPE=$(cat skype.txt)
for I in $SKYPE; do
        iptables -I FORWARD -s $TEIMA -d $I -j DROP
done

3°) Incluir uma regra que bloqueie a busca por texto "skype", o que será útil caso o "teimoso" tente buscar outros IPs do skype.
iptables -I FORWARD -s $TEIMA -m string --algo bm --string "skype" -j DROP


quarta-feira, 30 de abril de 2014

Como assistir Netflix no Linux

Netflix é sem sombra de dúvida um ótimo recurso de entretenimento!! Indico para qualquer pessoa que me perguntar! PORÉM, infelizmente o suporte nativo para Linux não foi levado em conta pela empresa.

Então vamos mais uma vez nos sujeitar a gambiarras para usufruir de tal recurso. Estas dicas foram dadas através do link e estou focando em distribuições derivadas de Debian.

Procedimentos:
1) Adição de um repositório:
# apt-add-repository ppa:ehoover/compholio

2) Atualização da lista de repositórios
# apt-get update

3) Instalação do pacote:
# apt-get install netflix-desktop

4) Basta invocar o programa:
netflix-desktop

Como é uma gambiarra à base wine, é esperado algum tipo de erro, mas por enquanto é o máximo que tem-se até a empresa se tocar para a importância do Linux.

bom filme !

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

FireSSH - uma ferramenta para acesso SSH

Trata-se de uma ferramenta para acesso via SSH, a qual é instalada como um complemento no próprio navegador.

Para instalar este complemento no Firefox, utilize o link:

Para instalar este complemento no Chrome, utilize o link:

Fiz alguns testes, e a aplicação funcionou perfeitamente!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

OpenFlow

Este artigo destina-se a algumas dicas de Open Flow.

Parte 1 - instalação na máquina real
Para instalar a versão de desenvolvimento mais recente do OpenFlow, use o GIT através dos comandos:

# apt-get install git (caso não tenha o git)
# git clone git://gitosis.stanford.edu/openflow

Conforme instrução de www.openflow.org

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Parte 2 - Instalação da Máquina Virtual pronta (do openflow.org)

Link do tutorial: http://www.openflow.org/wk/index.php/OpenFlow_Tutorial

Para fins de teste, estou utilizando a máquina virtual disponibilizada no tutorial oficial:
1) download  da VM em https://github.com/downloads/mininet/mininet/mininet-2.0.0-113012-amd64-ovf.zip

2) Uma vez acessado através do VirtualBox, fiz as configurações:
$ sudo su
# echo "set number" >> /etc/vim/vimrc
# echo "set tabstop=4" >> /etc/vim/vimrc
# echo "set expandtab" >> /etc/vim/vimrc

3) Adotei o vi como editor padrão, então não precisei instalar adicionais.

4) Instalação de pacotes para utilizar aplicações gráficas na máquina virtual:
# apt-get update
# apt-get install xinit flwm
Feito isto, deve-se acessar a máquina virtual via SSH, utilizando a diretiva "-X", porém para o Windowsão isto não funcionou.

5) Criei um ambiente básico:
$ sudo su
# mn --topo single,3 --mac --switch ovsk --controller remote

- criou 3 hosts virtuais distintos
- criou um único switch OpenFlow com 3 portas
- Conectou cada host virtual ao switch usando cabo ethernet virtual
- setou o mac de cada host

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Parte 3 - Dicas de uso básico

1) Dentro do mininet:
mininet> help  (lista de comandos)
mininet> h1 ifconfig (executa comando ifconfig para o nó "h1". Serve para todos os nós)
mininet> h1 ping -c5 h2 (faz h1 tentar pingar em h2)
mininet> nodes (exibe os nós existentes)

2) dpctl: utilitário específico para debugação do OpenFlow. Normalmente abre-se outro terminal SSH para execução dos comandos seguintes:

2.a) Conecta ao switch e faz dump dos estados de portas e capacidade. A porta 6634 vem configurada por padrão para escuta.
$ dpctl show tcp:127.0.0.1:6634

2.b) Conecta ao switch e faz dump da tabela de fluxos:
$ dpctl dump-flows tcp:127.0.0.1:6634


2.c) Conecta ao switch e faz dump de estatísticas das portas:
$ dpctl dump-ports tcp:127.0.0.1:6634

2.d) Mais opções do comando, consulte:
$ man dpctl

continua.....

terça-feira, 21 de maio de 2013

Adicionar extensões ao Gnome 3.8

Esta é uma tarefa muito simples.

Acessando o https://extensions.gnome.org/, tem-se diversas extensões que podem ser escolhida e ativadas (instaladas a partir do próprio site).

Vale a pena testar algumas!!

Como exibir ícones na área de trabalho no Gnome 3.8

O Gnome 3.8 se mostrou algo bem interessante e com boa usabilidade. Porém uma coisa que é muito útil e que não está presente por padrão, é permitir a exibição de ícones na área de trabalho. Aqueles arquivos que precisamos salvar rapidamente e depois decidir o que fazer com eles por exemplo.

Para isto, basta fazer acessar as ferramentas de ajuste:
$ gnome-tweak-tool &

Na aba "área de trabalho, ligue (ON) a opção "Fazer o gerenciador de arquivos cuidar da área de trabalho".

sábado, 18 de maio de 2013

Teclas de atalho no Gnome 3.8

Sempre fui adepto do Gnome, porém passei alguns meses confinado (por vontade própria) no Unity para testar sua usabilidade.

Bem, de volta ao mundo Gnome, me deparando com a versão 3.8, a qual instalei no Ubuntu 13.04.

Segue algumas informações úteis do mesmo:
Apresentação do Gnome 3.8 (site oficial)
Teclas de atalho do Gnome (site oficial)

Paz & Rock

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Instalação do Ubuntu 13.04 + Gnome 3.8 + Compiz Config Settings Manager

Realizei a instalação do Ubuntu 13.04 em um Notebook Dell Vostro 3450. O procedimento realizado e o qual indico foi:
- Boot pelo CD e escolher TESTAR O UBUNTU.

- Uma vez iniciado, clicar no ícone de instalação e quando solicitado, escolher OPÇÕES AVANÇADAS, e  então formatar a partição do ubuntu atual e fazer uma nova instalação limpa.

- ativação do "usuário" root:
$ sudo su
# passwd

- Também fiz a instalação do Gnome 3.8, observando as instruções deste link e que seguem:
# add-apt-repository ppa:gnome3-team/gnome3
# apt-get update
# apt-get install gnome-shell ubuntu-gnome-desktop
# apt-get dist-upgrade


- Realizei ainda a instalação do Compiz Config Settings Manager, através dos comandos:
# apt-get install compizconfig-settings-manager compiz-plugins-extra

Para chamar a respectiva aplicação de configuração do compiz, execute:
# ccsm

quarta-feira, 27 de março de 2013

Teste de velocidade em modo texto

Eis algumas alternativas interessantes para que em modo texto, possa medir a velocidade de download de uma conexão:

Opção 1, sugerida neste link. Testei e funcionou bem.
$ curl -o /dev/null http://speedtest.wdc01.softlayer.com/downloads/test500.zip

Descrição da sintaxe:
[curl] baixar arquivos
[-o /dev/null] baixar para lugar nulo ao chegar na máquina, o arquivo é descartado, pacote a pacote que chega.
[URL de qualquer arquivo na internet]

Opção 2: utilizar o comando iftop:
$ iftop
Será exibida a velocidade de conexão.

terça-feira, 26 de março de 2013

Desbloqueio de aparelho de qualquer operadora

Eis uma dica muito interessante que foi indicada pelo meu amigo Ely, e que está disponível neste link.

Após exaustivas tentativas de contato com a minha operadora de telefone móvel, não consegui fazer desbloqueio de aparelho para permitir o uso de chips de outras operadoras. Então o procedimento adotado foi o seguinte:

1°) Acessar www.anatel.gov.br
2°) Acessar a opção "fale conosco" na barra inferior do site.
3°) Acessar a opção  "serviço de auto-atendimento" em internet. Abrirá a janela de login. Caso não seja cadastrado, informe seus dados corretamente, com atenção ao e-mail o qual receberá instruções e senha.
4°) Faça o login no ambiente.
5°) Acesse a opção "fale conosco", aceite o termo de responsabilidade e clique em "cadastrar solicitação".
6°) Em "tipo de atendimento" selecione pedido de informação
7°) Em "serviço" selecione telefonia móvel
8°) Em "modalidade de serviço" selecione pós-pago
9°) Em "motivo" selecione desbloqueio
10°) Em "submotivo" selecione do aparelho
11°) Em "categoria" selecione outros
12°) Selecione o reclamado (operadora a qual o aparelho está preso(bloqueado)).
13°) No campo "mensagem" digite o IMEI do celular (*#06# para descobrir), bem como o modelo.

Ocorreu que na semana seguinte recebi um telefonema da minha operadora, através da qual me foi passado o código de desbloqueio do aparelho! Resultado: aparelho desbloqueado!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Remastersys - criando iso de distribuição debian já instalada

Este procedimento é muito útil para o caso de replicação de uma instalação Linux personalizada em mais de uma máquina. Considerando uma máquina com Linux Debian já instalado e configurado a seu gosto, deve-se seguir os passos:

obs.: para esta publicação, estou utilizando o Debian Squeeze (6.0).

1°) Inserir no /etc/apt/sources.list a linha (verifique em www.remastersys.com a linha específica para a sua distribuição):
deb http://www.remastersys.com/repository squeeze/

2°) Fazer a instalação:
apt-get install remastersys

3°) Proceder a geração do LiveCD. Este procedimento irá gerar um arquivo ISO do seu sistema. Não esqueça de verificar espaço disponível no HD para geração do arquivo.
# remastersys dist

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Compilação de pacotes baixados via apt-get

Eis mais uma opção interessante para a compilação de programas baixados via apt-get. O intuito disto, é permitir que faça-se a compilação utilizando opções que não são habilitadas por padrão nos pacotes.

1°) Adicionar os repositórios de código fonte no /etc/apt/sources.list:

deb-src http://ftp.de.debian.org/debian/ squeeze main contrib non-free
deb-src http://backports.debian.org/debian-backports squeeze-backports main contrib non-free
deb http://security.debian.org/ squeeze/updates main contrib non-free
deb-src http://security.debian.org/ squeeze/updates main contrib non-free


2°) Atualizar a base de repositórios conhecidos:
# apt-get update

3°) Baixar os fontes (download efetuado no /usr/src)
# apt-get source PACOTE

4°) Instalar possíveis dependências para a compilação do pacote:
# apt-get build-dep PACOTE

5°) Baixar algumas pacotes comumente necessários para compilação e geração do pacote deb:
# apt-get install devscripts build-essential fakeroot pbuilder

6°) Acessar o diretório /usr/src/PACOTE, e fazer as personalizações de configuração que achar conveniente.

7°) Fazer a checagem na configuração realizada (estando dentro de /usr/src/PACOTE):
# ./configure

8°) Caso tudo ok, gerar o pacote deb:
# debuild -us -uc -b

9°) Instalar os pacotes .deb criados:
# dpkg -i *.deb

Certificado e chave


Já me foi útil em algumas situações:

Geração da chave:
# openssl genrsa -des3 -out dorival.key 1024

Requisição(dorival.csr) do certificado usando a nova chave:
# openssl req -new -key dorival.key -out dorival.csr

Removendo a senha da chave(dorival.key):
# cp dorival.key dorival.key.old
# openssl rsa -in dorival.key.old -out dorival.key

Criação do certificado(dorival.crt):
# openssl x509 -req -days 365 -in dorival.csr -signkey dorival.key -out dorival.crt

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Utilização de SSH com par de chaves criptográficas

Esta é uma das dicas mais úteis que considero. Trata-se da utilização do SSH sem senha (obviamente usando par de chaves criptográficos). É útil para quem acessa frequentemente máquinas remotas, ou ainda para execução de scripts remotamente, evitando a necessidade de interação do usuário para digitar senhas.

Advertência: em ambiente de produção, este procedimento não é indicado para ser usado com conta root por razões obvias.

Procedimentos:

1º Geração das chaves através do comando "ssh-keygen":
Estando logado com o usuário local o qual iniciará a conexão remota, execute:
$ ssh-keygen
Este comando gerará a chave privada (arquivo id_rsa) e a chave pública (arquivo id_rsa.pub). Obviamente o nome destes arquivos podem ser alterados, mas não vejo motivo útil no momento para isto. Mas é bom saber que existe a possibilidade.

2º Enviar a chave pública para a máquina remota (na qual quer-se conectar):
Este comando "copia" a chave pública recém criada (id_rsa.pub) para dentro do arquivo de chaves autorizadas (authorized_keys) na máquina remota.
$ cat /home/USUARIO/.ssh/id_rsa.pub | ssh USUARIO@IP_REMOTO " cat >> /home/USUARIO_REMOTO/.ssh/authorized_keys"

3º Utilizar o SSH normalmente, porém agora não será mais exigida a senha de login.
$ ssh usuario_remoto@ip_remoto

welcome !!
$ 


Sempre é bom salientar que existem outras formas de se fazer este procedimento com par de chaves, mas sinceramente achei este o mais objetivo e prático.

Instalar o Virtualbox 4.2.2 no Ubuntu 12.10

Conforme tentativas e algumas pesquisas que realizei na web, notei que por algum motivo não é possível criar o /dev/vboxdrv.

Desta forma, a solução que encontrei e tive sucesso foi a seguinte:

# wget -q http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian/oracle_vbox.asc -O- | sudo apt-key add -
 

# sh -c 'echo "deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian $(lsb_release -sc) contrib" >> /etc/apt/sources.list'
 

# apt-get update
 

# apt-get install virtualbox-4.2 build-essential linux-headers-$(uname -r) virtualbox-ose-guest-x11
 

# /etc/init.d/vboxdrv setup

Esta sequência de comandos, permitiu fazer a instalação, criação do /dev/vboxdrv e funcionar perfeitamente o Virtualbox 4.2.2 em cima do Ubuntu 12.10.

Paz & Rock